Confira algumas recomendações para ampliar as equipes de canteiro com segurança

As perspectivas econômicas indicam que a partir de 2021 haverá um aquecimento do setor de construção imobiliária, motivado por taxas de juros baixas, pela redução dos estoques de imóveis e por ações como o Programa Casa Verde e Amarela. Para as construtoras aproveitarem esse período que tende a ser próspero, contar com mão de obra qualificada é um fator-chave. O post de hoje apresentará algumas recomendações para quem pretende ampliar suas equipes de canteiro. Continue conosco:

CRITÉRIOS DE SELEÇÃO CLAROS

O primeiro passo para contratar bons profissionais, independente da função desempenhada, é definir as características do candidato ideal para a vaga.

Alguns itens básicos que podem fazer parte desse perfil são: idade, escolaridade, conhecimentos específicos na atividade em que vai atuar, disponibilidade de horários e histórico de obras já realizadas. 

Em um setor no qual a baixa qualificação predomina, é interessante priorizar os profissionais que frequentaram curso profissionalizante ou que tenham atuação comprovada em outras construtoras.

Além disso, habilidades associadas à inteligência emocional (soft skills) merecem ser consideradas na seleção, especialmente se a função a ser desempenhada for de liderança. Mestres e encarregados, por exemplo, precisam ter empatia e boa comunicação para mediar eventuais conflitos internos e criar um ambiente de trabalho produtivo e saudável.

VALORIZAÇÃO DO PÚBLICO INTERNO

Uma estratégia comum em construtoras que trabalham com mão de obra própria é investir na capacitação visando o recrutamento interno. Com isso, aqueles que demonstram vontade e capacidade para crescer, se sentem mais valorizados e engajados. Sobretudo em períodos de mercado aquecido, reter bons profissionais, que já dominem as rotinas da empresa, é um diferencial competitivo importante.

FORMAS DE CONTRATAÇÃO

Há alguns modos de contratação possíveis na construção civil. Além dos contratos regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), há, os contratos de empreitada, terceirização e prestação de serviços, regulamentados pelo Código Civil e por legislações específicas. 

É fundamental que o contratante esteja bem orientado juridicamente para evitar vínculos trabalhistas irregulares passíveis de penalizações tanto do Ministério do Trabalho e Emprego quanto da Justiça do Trabalho.

Um modelo bastante usual é o contrato terceirizado no qual o trabalhador é contratado por um empreiteiro, que fica responsável por todos os encargos trabalhistas previstos pela CLT. Essa forma de contratação não isenta o construtor de responsabilidade solidária. Nesse caso, o construtor deve se ater, entre outros pontos, à formalização, à regularização trabalhista e à situação fiscal da empreiteira contratada.

Independentemente da dimensão da obra e da forma de contratação, não se pode prescindir da elaboração de um contrato que especifique os direitos e os deveres de cada parte, bem como apresente o valor de multas por descumprimento das cláusulas.

CONTROLE DE DOCUMENTAÇÃO

Em especial para a gestão da documentação da mão de obra, grandes construtoras vêm se apoiando em tecnologias como o Autodoc GD4. Trata-se de uma plataforma integrada ao controle de acesso e que tem tecnologias como machine learning e inteligência artificial embutidas. A utilização dessa solução vem sendo impulsionada pela necessidade de homologar e gerir a documentação dos colaboradores, reduzindo passivos trabalhistas. Clique aqui para conhecer mais detalhes sobre essa plataforma.

Como sua empresa está se preparando para um possível aquecimento da construção civil? Compartilhe conosco!

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Até a próxima!

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