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Sigla do inglês Environmental, Social and Governance, o ESG tem adquirido protagonismo no mundo dos negócios nos últimos tempos.  Trata-se de um conjunto de padrões e boas práticas que visa definir se a operação de uma empresa é socialmente responsável, comprometida com a sustentabilidade e corretamente gerenciada.

O movimento é impulsionado por gestores de recursos e fundos de pensão que colocaram o tripé responsabilidade social, responsabilidade ambiental e governança no centro de suas decisões de investimento. A ideia é a de que aplicar em empresas compromissadas com compliance e com questões socioambientais é mais seguro e rentável. Com isso, o carimbo ESG está se tornando condição para acessar investimentos, diminuir riscos nas operações e garantir resiliência aos negócios.

Alguns números dão uma pista da dimensão que o ESG vem tomando. Segundo a Global Sustainable Investment Alliance, há cerca de US$ 31 trilhões de ativos sustentáveis no mundo. Já de acordo com projeção da PwC, até 2025, cerca 57% dos ativos de fundos mútuos na Europa serão ESG. Em valores, significa algo em torno de 7,6 trilhões de euros. 

O ESG na construção civil

Para as empresas da construção civil, aderir aos padrões ESG não significa apenas uma estratégia para acessar mercados e recursos. É, também, uma  oportunidade de buscar sustentabilidade a longo prazo, conquistar mais eficiência nas operações e criar uma conexão com as novas gerações para as quais o propósito tornou-se um grande gerador de valor.

Em função da abrangência e da complexidade do tema, incorporar princípios ESG à cultura de uma empresa é uma missão desafiadora que requer capacitação. As ações devem ser aderentes ao negócio da empresa e podem se organizar da seguinte forma:

  • Meio ambiente — Inclui medidas para responder às mudanças climáticas, reduzir emissões de poluentes, melhorar a gestão de resíduos e garantir mais eficiência energética.
  • Social — Contempla práticas com impacto na comunidade, em saúde e segurança, nos direitos dos trabalhadores e na relação aos clientes. Também inclui políticas de inclusão e diversidade.
  • Governança corporativa — Nesse grupo estão as boas práticas de gestão de riscos e de transparência fiscal, assim como os programas anticorrupção. 

Digitalização da construção e ESG

O movimento de transformação digital pelo qual vem passando a construção civil brasileira tem estreita relação com os princípios ESG. No campo da governança, ao aprimorar a gestão das empresas, as plataformas digitais oferecem mais informações para apoiar a tomada de decisão, além de agregar confiabilidade e transparência.

Na esfera ambiental, as ferramentas permitem otimizar recursos e viabilizam operações paperless (sem papel), com mais controles e menos desperdícios. 

Há, ainda, vantagens importantes no campo social. Um benefício agregado pela digitalização pode estar, por exemplo, na promoção de melhorias das condições de segurança no trabalho.

Todos esses benefícios podem ser obtidos com ferramentas como o Autodoc EVA e o Autodoc GD4. O primeiro realiza a integração da jornada da construção através da digitalização dos processos do canteiro de obras. Já o GD4 é um software de gestão de documentos legais, fiscais, de saúde e Segurança do Trabalho. 

Para se ter uma ideia, construtoras que implantaram o Autodoc GD4 relataram redução de consumo de cerca de 3,7 toneladas de papel, o que significa uma redução de 7,3 toneladas de CO₂ emitidos. Clique aqui e agende uma demonstração!

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