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Startups ajudam construtoras e incorporadoras a desenvolverem novos produtos, melhorar processos e criar modelos de negócios com base em tecnologias digitais

A construção civil é um setor que, historicamente, apresenta resistência às mudanças. Nos últimos anos, porém, algumas dessas barreiras vêm sendo superadas com o incentivo das construtechs. Tema do nosso post de hoje, essas startups oferecem soluções tecnológicas para resolver ineficiências e desperdícios das empresas. Continue conosco para saber mais:

De acordo com o Mapa de Construtechs 2020, realizado anualmente pela Terracotta Ventures, há 702 construtechs e proptechs ativas no país. Isso indica um crescimento de 23% em relação a 2019 e de 180% em relação ao primeiro mapeamento publicado em 2017.

Além disso, em 2018 apenas 3,5% das startups do Brasil atuavam no setor da construção. Em 2020 essa representação subiu para 5,5%. 

Por trás dos números é possível perceber que há mais oportunidades de geração e extração de valor a partir de novas tecnologias. A velha construção civil, atrelada à improdutividade e à pouca inovação, começa a ficar para trás.

Segundo previsões da Terracotta, em 2021 o mercado de inovação continuará se expandindo, chegando à marca de 850 startups relacionadas ao mercado imobiliário.

O QUE SÃO AS CONSTRUTECHS E O QUE ELAS TÊM A OFERECER?

As construtechs são startups que produzem soluções tecnológicas inovadoras para a construção civil. Elas buscam resolver dores específicas das empresas, que podem estar desde as etapas de projeto, às de comercialização de imóveis, passando por toda a fase de obra. 

Para uma construtora, inovar com a ajuda de startups é uma estratégia importante para evitar a obsolescência, acelerar transformações e conseguir responder, de forma rápida, as novas demandas de seus clientes.

CONHEÇA ALGUMAS CONSTRUTECHS

A AutoDoc é uma das startups que auxiliam as empresas da construção civil a dar um salto de produtividade. Selecionada para a primeira edição do Scale-up Endeavor Construtech, ela oferece soluções para promover maior eficiência e digitalização no controle de projetos de toda a cadeia, desde o desenvolvimento até o pós-obra. 

Outras startups, em diferentes estágios de maturação, também se destacam por oferecer soluções capazes de solucionar fragilidades do mercado. Entre elas, é possível citar:

  • Brasil ao Cubo — Trabalha com um sistema de construção off-site. Os módulos, construídos em fábrica a partir de um chassi de aço, são transportados por carretas e entregues prontos para montagem na obra.
  • Banib — Plataforma de tour virtual em 360 graus para comparar a evolução da obra e fazer medições, entre outros recursos.
  • Omni-electronica — Criou um dispositivo que monitora os principais parâmetros relacionados a qualidade do ar, como umidade relativa e concentração de CO2, compostos orgânicos voláteis e material particulado.
  • Dataland — Utiliza data science, big data e machine learning no desenvolvimento de uma plataforma para análise de lotes, estudo vocacional e de massa, entre outros recursos.
  • Construct In — Plataforma que permite aos engenheiros acompanhar a obra de maneira remota a partir de imagens 360 do canteiro.

Sua empresa já utiliza alguma dessas tecnologias? Compartilhe conosco suas experiências!

Até a próxima!

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