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A elevação sem precedentes dos custos de materiais e equipamentos foi a grande dificuldade enfrentada em 2021 pelas empresas do setor da construção. O problema, que acabou perdurando durante todo o ano, exigiu muita mobilização de construtores e incorporadores para sustentar os orçamentos originais dos contratos e renegociar com contratantes e fornecedores. 

Em novembro, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), calculado e divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), acumulou alta de 13,68% no ano e de 14,69% em 12 meses. Para se ter uma ideia da força da inflação, em novembro de 2020, o índice acumulava alta de 7,86% em 12 meses.

Uma elevação tão forte se deu por uma conjunção de fatores que incluem a desorganização da cadeia de suprimentos diante da paralisação e da retomada das atividades e a disparada dos preços de commodities minerais e metálicas. Também contribuíram para o cenário de alta o aumento do custo do frete, o Real desvalorizado perante o Dólar e a dificuldade para importar materiais e itens.

Como será o amanhã?

A boa notícia é que, no final de 2021, a inflação setorial começou a desacelerar, movimento que deve continuar em 2022. A expectativa dos empresários do setor é a de que os preços se acomodem, mas não há muitas esperanças de que eles retornem aos patamares anteriores à pandemia.

Ao mesmo tempo, em 2022, o volume de negócios imobiliários deve permanecer em alta e os preços finais dos imóveis continuarão pressionados pelos custos dos terrenos e da mão de obra. 

O contexto, portanto, enfatiza a necessidade de as empresas atuarem com firmeza para evitar perdas e desperdícios, elevar a produtividade, reduzir custos e dar mais precisão às tomadas de decisão.

Tecnologias adicionam precisão e diminuem riscos

As turbulências de 2021 mostraram que as empresas com planejamentos consistentes, orçamentos realistas e metodologias ágeis de gestão têm vantagem competitiva.

Também saem na frente as companhias que têm tecnologias digitais como aliadas, a exemplo dos softwares de gestão e do BIM (Building Information Modeling). Este último, quando bem utilizado, adiciona precisão e agilidade a projetos, orçamentos e planejamentos.

Muitas construtoras e incorporadoras encontraram em plataformas como o Autodoc Projetos e o Autodoc 4 BIM meios para atuarem com mais eficiência na coordenação dos projetos. Só o Autodoc Projetos é utilizado atualmente por mais de 1.600 empresas.

Rotinas administrativas simplificadas e otimizadas, possibilidade de antecipação de erros, comunicação mais eficiente, redução de retrabalhos e ganhos de produtividade são alguns benefícios proporcionados por esses Saas (softwares as a service).

O uso dessas soluções está atrelado, ainda, a ganhos financeiros diretos. No caso do Autodoc Projetos, isso se dá, por exemplo, com a redução de espaço em nuvem proporcionada pela compactação de arquivos. Já no 4BIM, há a dispensa de licença de ferramentas de alto custo para interagir com os modelos 3D, o que também significa redução de custos.

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Até breve!

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